Nunca pensei que iria ter um momento diferente logo pelo início da tarde, numa empresa, à qual me desloquei por motivos profissionais, e onde sou tratado por toda a gente que lá trabalha como fazendo parte da mesma desde há já alguns anos. Devo dizer, que esta empresa tem gente bastante divertida e profissional.
Nesta empresa a cozinha é junto ao WC das senhoras, de modo que não existe qualquer privacidade na questão de se ter liberdade referente aos gases corporais acumulados.
Já tenho pensado! Como farão em ocasiões de aperto ou mesmo de descuido.
Ora, não querendo fugir ao que me propus relatar, estava eu a tomar um segundo café após o almoço na dita cozinha desta empresa com a Mariete, (que por sinal é boa como milho), quando repentinamente surge a Vitória, vinda do tal WC com algo na mão não perceptível àquela distância, e quando chega junto de mim olha nos meus olhos, e prontamente diz:
- Joaquim, você por acaso sabe que é isto?
Olhei, e respondi – sei, é um tampão íntimo de senhora usado em alturas mais críticas.
Rimo-nos.
Neste preciso momento, entra o João e fazemos-lhe a mesma pergunta, à qual ele olha, pega e com um ar aparvalhado, olhos arregalados, respondeu: -- não, não sei.
Pergunto-lhe -- mas tu não és casado?
A tua mulher não usa destes objectos? - Responde prontamente corado, desses cilindros ela não usa de certeza e nem sei para que servem.
É nesta altura que chega a dona do dito tampão (esta senhora é de idade e extrovertida) olha para o João (que nesta altura ainda tinha o tampão na mão) e pergunta-lhe:
- Que fazes com o meu tampão do Benfica na mão? Ó parvalhão!
Em uníssono explicamos à Palmira a situação.
Ela por sua vez sendo a matriarca, começa por explicar maliciosamente ao colega a funcionalidade da coisa, como a colocar, onde e quais os seus efeitos dentro do seu genital.
Naturalmente as minhas duas cabeças principais, (a pensante e a rebelde) não contando com as outras vinte, ao ouvir tal explicação tão maliciosamente contada e com todos os pormenores começam por ceder e vai daí cria-me um certo volumoso embaraço.
Moral da história
Se não queres ter destes embaraços tens duas soluções;
1º Não ouças a Palmira
2º Não vais aquela empresa
PS
(No caso de lá ires confirmar a história com a Palmira, amarra o rebelde agitador.)
quarta-feira, 8 de julho de 2009
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